No dia 24 de abril, de 16h às 18h, acontecerá a Série tira-dúvidas Comércio Exterior promovida pelo Sistema FIRJAN , na Rua Santa Luzia, 685, 8º andar, Centro, Rio de Janeiro – RJ. O encontro tem como objetivo mostrar aos associados ao Sistema FIRJAN o funcionamento das operações do comércio exterior. A cada encontro, um novo tema, sempre na última terça do mês, que em abril será “Como tirar o RADAR”, passo fundamental para começar a exportar ou importar.

Para levar informação técnica que inspire produtos diferenciados com criatividade, qualidade e competitividade, o Sistema FIRJAN promove o Giro Moda, que percorre os principais polos de moda de todo o estado para apresentar macrotendências de comportamento e os destaques de desfiles, vitrines e feiras internacionais, além de apontar oportunidades para os empresários e profissionais do setor. O evento passou por Nova Friburgo no dia 20 de março e no Rio de Janeiro no dia 29 na sede do Sistema FIRJAN.

A indústria fluminense precisa cumprir anualmente uma série de obrigações ambientais, que vão desde prazos para solicitação de renovação de licenças até a entrega de relatórios e formulários demandados pelos órgãos ambientais. Diversos instrumentos legais tratam de aspectos ambientais e determinam um prazo de atendimento pelo empreendedor. Planejar uma rotina anual para o cumprimento das obrigações ambientais traz bons resultados para as empresas e evita a perda de prazos, que pode gerar sanções e multas.

O segmento de nãotecidos vem se consolidando no Brasil. Nos últimos cinco anos, o setor investiu mais de US$ 70 milhões em atualização tecnológica e equipamentos de última geração.

A Abit, que representa os fabricantes de vestuário, pede uma Reforma Tributária que barateie a mão de obra, que chega a representar até 60% dos custos da confecção de roupas. O setor têxtil está entre os maiores empregadores da indústria. São 1,5 milhão de postos de trabalho diretos e outros 8 milhões de indiretos gerados ao longo da sua cadeia. E as contratações só não são maiores porque oferecer emprego no Brasil custa caro.